Um mês após o seu lançamento, o Corrida está presente no principal evento para o mercado de corrida de rua: a Running Show.
Apesar da ausência de grandes marcas esportivas, o evento está sendo um sucesso de público. Destaque para a visita de Marilson Gomes dos Santos, que hoje veio retirar o seu kit para a Meia Maratona das Pontes.
Corrida estréia na Running Show
Nas ruas, na rede, na sua mão!
O Corrida é uma publicação mensal. Todo último final de semana de cada mês ele é distribuído gratuitamente pelas ruas de SP ( e em breve do Rio de Janeiro), juntamente com o jornal Destak.
Dizem que correr é a atividade física mais prática, democrática e simples que existe. Por isso, quando pensamos num produto editorial sobre o tema, elegemos uma forma prática (está na esquina), democrática (é gratuito) e simples (jornal tablóide).
Mas, como ele circula e acaba (que bom!) rapidamente, vamos disponibilizar o conteúdo de cada edição na internet. Enquanto nosso site é finalizado, é só acessar o link e baixar o conteúdo completo.
http://rapidshare.com/files/277750862/Corrida_ed01.pdf
Solicitamos a gentileza de, em caso de utilização de material editorial (textos e fotos) citar a fonte.
Boa leitura!
Fazendo o bem e bem
A entrevista principal da edição 01 do Corrida é com a Neide Santos, da equipe do parque Santo Dias, no Capão Redondo.
A história da Neide é inspiradora. Mostra que correr faz bem e bem! Maratonista desde adolescente, ela sozinha, sem nenhum recurso criou uma equipe de corrida no parque ao lado da casa dela, na zona Sul de São Paulo. Hoje são mais de 300 pessoas, entre adultos e crianças. E todo dia, às 7h30, lá está lá pronta “para dar um abraço em quem quiser receber”,como costuma dizer.
Seu trabalho vem recebendo reconhecimento de órgãos públicos e marcas esportivas como a Nike, que premiou a iniciativa com o GameChangers. Veja no:
http://www.youtube.com/watch?v=0RPIagq_vL0
Por que Corrida?
Na minha adolescência, andar não combinava com meu ritmo. Pelas ruas de Birigui (é, eu e Reinaldo Giannechini nascemos lá!) eu ia de um lado pro outro ou correndo ou de bike. Era comum ouvir dizer: “Ah! Você não é fulana, filho do beltrano? Aquela que corre?). A vida na cidadezinha lá no “Brasil profundo” se resumia a: escola, corrida, treino de basquete, corrida, aula de inglês, bike, natação,bike, lição de casa, comer, dormir.... Mas a mamata terminou com a vinda pra São Paulo. Estudo, trabalho, trabalho...Esporte – zero! Ou quase zero. De alguma forma, procurei ficar com ele bem ali, pertinho de mim.
Em 1992, quando trabalhava no Esporte Clube Pinheiros, usava minha hora de almoço para caminhar pelas alamedas arborizadas daquele grande (grandioso!) clube. Respirava ar puro e esporte! Foi ali que tomei contato novamente com a corrida. Uma associada, Denise, contava-me da delicia de terminar uma maratona e das dificuldades na recuperação de problemas em seu joelho. Ali ao lado, na pista, via a Eliana Reinert comandando treinos.
Depois, em 1994, já no Clube Paineiras do Morumby, acompanhava o professor Toninho organizando a “prova pedestre” (é, assim eram chamadas as corridas no século passado!), um dos eventos tradicionais nas comemorações do aniversário daquela instituição.Uma maluquice: 200,500 pessoas, correndo por aquelas ladeiras do Morumbi. Percurso pra louco! O Edgard dos Santos, ex-diretor da Corpore,ainda era tenista. E eu só acompanhava, bem de perto!
Foi só em 1999, quando dirigia e editava a “Companhia Athletica Magazine”,publicação que criei e produzi para a rede de academias até 2004, que o bichinho da corrida me picou. Primeiro na esteira do prédio, depois fui pra rua, literalmente empurrada pela treinadora Bárbara Pomim. Foi ela quem me fez aprender e a gostar- novamente - de correr. Minha primeira prova, Maratona de Revezamento do Pão de Açucar 2001, Bárbara fez os 5k ao meu lado.
De lá pra cada, a vida deu muitas voltas, mas o corrida sempre esteve presente. As vezes treinando mais forte, outras sem condições pra fazer 3k em 30 minutos.Os desafios profissionais sempre vieram antes dos esportivos...talvez por isso, ainda não tenha feito nenhuma maratona.
Mas apesar de não ser maratonista, a corrida me acompanha. A corrida me emociona. Com ela eu conheço pessoas, lugares e aprendo coisas novas.
O vento que bate no meu rosto enquanto corro oxigena meu cérebro. Idéias vivem soltas ao vento e eu as capturo enquanto corro.
Quem corre entende muito bem o que estou dizendo.
Foi numa destas “rajadas de vento” batendo no rosto enquanto corria, que resolvi voltar a fazer duas coisas que adora: editar e correr.
Daí para a parceria com o pessoal do Destak e o lançamento do jornal Corrida foi um “sprint” bem curto e rápido. Em poucos meses desenvolvemos o projeto da publicação e, no último dia 29 de agosto, ele estava nas ruas de São Paulo. Aliás, a rua é o lugar mais gostoso para quem ama CORRIDA!
Exercícios ajudam na recuperação de derrame cerebral
Estudo sugere que consequências do AVC podem ser mais leves em pacientes que se exercitam regularmente.
Clique(título) e confira o site da revista Mente e Cérebro.
Perfil
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